Caros amigos, semana passada ganhamos um forte adepto a legalização da maconha, nosso ex-presidente FHC. A Comissão latino-Americana sobre Drogas e Democracia que se reuniu no Rio de Janeiro propõe que a política mundial de drogas seja revista, além do nosso ex-presidente FHC mostram-se favoráveis a questão os economistas César Gaviria, da Colômbia, e Ernesto Zadillo, do México.A comissão não ressaltou as virtudes da erva, a não ser suas propriedades terapêuticas para uso medicinal. Como sabemos a maconha fumada causa a maioria dos problemas relacionados ao tabaco. Fumada ou comida, a maconha quebra o equilíbrio, a coordenação física e a percepção visual, no entanto o principal efeito consiste em um transtorno de conexões nervosas que produz a dispersão mental, debilitando a memória e as faculdades discursivas.
Todos os especialistas favoráveis a questão reforçam a ideia de que a criminalidade diminuiria e que sendo o narcotráfico causa da proibição das drogas, este seria extinto. Fala-se também que os gastos do governo com a repressão às drogas poderiam ser destinados a outras áreas.
Certo de que estes fatos não estariam ligados a liberação das Drogas, analisaremos os contras: Aumento do número de dependentes e com isso poderia crescer o índice de crimes cometidos, em busca do dinheiro para sustentar o vício. As grandes indústrias poderiam distribuir drogas, assim como fazem com o cigarro e sendo assim incentivar o consumo.
Seria legal no sentido lícito e social fumar maconha em casa e na rua, como o álcool e o tabaco? A discussão voltou algumas semanas após o campeão Olímpico Michael Phelps ser flagrado inalando maconha em uma festa, e em consequência ser suspenso por 3 meses.
Um debate vasto de conteúdo e muito polêmico, tendo em vista que temos 200 milhões de usuários regulares de drogas no mundo. Desses, 160 milhões fumam machonha. Erva antiga e que o mercado ilegal é estimado em cerca de US$ 322 bilhões, este nas mãos de cartéis e quadrilhas de bandidos.
